segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Doc: O Universo Submarino (Completo e Dublado) // The History Channel

Jardins do Éden - Kakadú

National Geographic - Amazônia Selvagem - Berço da Vida (Documentário Co...

Predadores Selvagens - Morcegos

O morcego-vampiro-comum

Classe: MammaliaMorcego-vampiro-comum Ordem: Chiroptera Família: Phyllostomidae Gênero: Desmodus Espécie: Desmodus rotundus O morcego-vampiro-comum é a espécie mais conhecida de morcegos hematófagos, ou seja, morcegos que se alimentam exclusivamente de sangue. Habita ocos de árvores, cavernas úmidas, minas abandonadas, bueiros e também moradias humanas. É encontrado do México até a Argentina. Pesa de 25 a 40 gramas e atinge 35 cm de envergadura. A pelagem é bem macia e tem coloração cinza brilhante, porém pode possuir tons vermelhos, laranjas ou dourados. Apresenta um apêndice no focinho semelhante ao formato de uma ferradura. A espécie é capaz de caminhar no chão, para tanto apoia o corpo em seus polegares, os quais são bem desenvolvidos. Como a grande maioria dos morcegos, apresenta hábitos noturnos. Mas localizar suas presas e se desviar de obstáculos em meio à escuridão não é uma tarefa difícil, pois conta com um biosonar espetacular para se orientar. Funciona da seguinte forma: o morcego-vampiro-comum usa a boca ou as narinas para emitir ondas sonoras, as quais ao atingir um alvo refletem de volta para o animal com informações precisas do que há em sua frente e qual direção seguir para se desviar, caso seja necessário. Foi a partir do biosonar também chamado de ecolocalização que se criou o aparelho de ultrassom usado nos dias de hoje. Geralmente vive em grupos compostos de 20 a 100 indivíduos, porém caso as condições ambientais e a disponibilidade de alimento sejam favoráveis esse número pode ultrapassar os 2 000 indivíduos. Alimenta-se de sangue de aves e mamíferos tendo preferência por mamíferos grandes, incluindo animais domésticos como cavalos, bovinos e outros. Assim que encontra sua presa utiliza os dentes incisivos que são bastante afiados para abrir uma ferida e provocar o sangramento, e em seguida lambe o sugue, o qual escorre sem dificuldades graças às substâncias anticoagulantes encontradas em sua saliva. Além disso, acredita-se que também haja substâncias anestésicas em sua saliva para tornar a alimentação mais fácil, de maneira que a vítima não sinta a ferida de imediato. Raramente ataca pessoas, pode ocorrer em locais com grande carência de alimento. A reprodução pode acontecer em qualquer época do ano, a gestação dura cerca de 7 meses, normalmente nasce apenas um filhote que ao completar 5 meses de vida já se torna independente. Estima-se que possa viver por até 20 anos. O morcego-vampiro-comum também é um transmissor da raiva, caso esteja contaminado. Quanto ao seu estado de conservação, a espécie não está ameaçada. animaisemdestaque.com Fonte: Museu de Zoologia da UFV, ICH e Wikipédia. Imagem: Tatiana Roveran.

Discovery Channel - Território do Crocodilo (Documentário Completo & Dub...

Índia selvagem-O Tigre de Bengala.

National Geographic - Ataque Animal - Leão (Documentário Completo & Dubl...

Aranhas Incríveis - National Geographic Channel - Dublado

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Leão

Leão realmente é um animal lindo e muito forte, com certeza é o rei da selva e manda em todos os outros animais. Veja o tamanho dele. fotosimagens.net

Puma Americano

Predadores Selvagens - Tigre

A Lei da Sobrevivência - O Urso Polar

Os Segredos dos Gorilas

Disney Nature - Reino dos Felinos (Documentário Completo & Dublado)!!!

Mamutes tinham sangue anticongelante

Investigadores questionam a hipótese de se voltar a criar proteína com a mesma característica Mamutes tinham trunfo contra o frio Os mamutes tinham sangue ‘anticongelante’ que lhes permitia manter o corpo em condições perfeitas mesmo quando estavam expostos a baixas temperaturas. O estudo, publicado na Nature Genetics, resultou de um trabalho com vários exemplares que viveram há aproximadamente dez mil anos. Os cientistas usaram uma proteína dissolvida no sangue destes animais para poderem chegar à hemoglobina, onde se encontram os glóbulos vermelhos sanguíneos, que transportam o oxigénio através do sangue. Além disto, os autores afirmaram que esta descoberta permitiu abrir novas linhas de investigação acerca dos ecossistemas tão frios do Pleistoceno. Deste modo, a equipa descobriu que os mamutes tinham uma adaptação genética que permitia a sua hemoglobina libertar esse oxigénio inclusive quando deparados com temperaturas muito baixas − uma capacidade normalmente inibida quando os termómetros rondam os graus abaixo do zero. Mamutes em camadas de gelo Os investigadores sequenciaram os genes da hemoglobina procedentes de três mamutes siberianos, que se conservaram em permafrost, a capa de gelo permanente situada nos níveis superficiais do solo em regiões muito frias, como os pólos. Kevin Campbell, co-autor do estudo da Universidade do Canadá, afirmou que os elefantes de hoje em dia não dispõem de sangue anticongelante. Por sua vez, o investigador do centro australiano de DNA da Universidade de Adelaida, Alan Cooper, destacou a ideia de se poder voltar a criar uma proteína com essas características. Sem esta adaptação genética, indica Cooper, os mamutes teriam perdido energia no Inverno, obrigando-os a comer mais durante essa época para substituir a comida por energia. Os antecessores dos elefantes actuais e os mamutes do passado são originários da África equatorial.cienciahoje.pt